Viagra aumenta o desejo sexual feminino? Conheça o perfil de mulheres que começa a receber a medicação off-label para libido

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Existe o temor de que as campanhas de conscientização levem mulheres até então satisfeitas a questionar sua frequência sexual.

Característica Viagra (sildenafil) Tratamentos femininos Razão da diferença
Mecanismo de ação Vasodilatação peniana Atuação no sistema nervoso central A resposta sexual feminina é mais complexa
Alvo terapêutico Disfunção erétil Transtorno do desejo sexual hipoativo Diferentes fases da resposta sexual
Rapidez de ação 30-60 minutos Semanas a meses Modulação de neurotransmissores
Eficácia clínica 70-80% Modesta (10-20% acima do placebo) Multifatorialidade da disfunção feminina
Efeitos adversos Cefaleias, rubor facial Hipotensão, síncope, náuseas Perfis farmacológicos distintos

“A propaganda da indústria é feita para incitar pessoas felizes a perguntar aos médicos se elas também não precisam se tratar”, diz Cindy Pearson, diretora da entidade americana Rede Nacional pela Saúde da Mulher. O caminho tortuoso do Addyi até sua aprovação é um termômetro da polêmica que cerca a nova droga. A flibanserina, seu princípio ativo, foi testada como antidepressivo pela primeira vez em 2009 por uma das grandes da indústria, a alemã Boehringer Ingelheim. O efeito antidepressivo não apareceu no teste, mas mulheres relataram aumento de libido. A empresa pediu à FDA para aprovar a droga como tratamento para a falta de desejo, mas os resultados não convenceram a agência. O aumento no número de relações sexuais satisfatórias das mulheres que tomaram a droga em relação às que ingeriram uma substância sem ação foi mínimo. Elas tiveram 0,8 relação sexual a mais, muito pouco, segundo a FDA, para compensar possíveis efeitos colaterais. A Boehringer desistiu da droga e a vendeu ao casal Cindy e Robert Whitehead – hoje os felizes e bilionários ex-donos da Sprout. A pequena empresa fez outros testes, mais uma vez recusados pela FDA, que pediu estudos adicionais. >> Walcyr Carrasco: Sexo como vícioEnquanto eles eram realizados, em 2014, surgiu um movimento de organizações de mulheres americanas, financiado pela Sprout e por outras farmacêuticas, chamado Even the Score (algo como Empate o Jogo). O grupo acusava a FDA de preconceito de gênero por nunca ter aprovado uma droga para problemas femininos. Os homens, por sua vez, contavam com 26 (algumas, como o Viagra, com efeitos colaterais graves, como interação perigosa com outros remédios). Coincidência ou não, meses após o barulho, a FDA aprovou a flibanserina. “Criou-se um precedente perigoso que sugere que uma campanha agressiva de relações públicas é parte do processo de aprovação”, diz Leonore Tiefer, líder do grupo The New View Campaign, que acusa a Even the Score de mudar os critérios de aprovação de drogas, de científicos para políticos.

  • O termo «viagra feminino» é usado popularmente, mas não existe um medicamento único com essa designação aprovado em Portugal.
  • Em Portugal, a flibanserina e a bremelanotide não estão autorizadas pelo Infarmed para o tratamento do desejo sexual hipoativo.
  • As causas da falta de desejo feminino são frequentemente multifatoriais, incluindo fatores hormonais, psicológicos e relacionais.
  • Antes de qualquer tratamento, é fundamental uma consulta de ginecologia ou de medicina geral e familiar no SNS.
  • A terapêutica hormonal de substituição só deve ser considerada após avaliação clínica rigorosa e individualizada.

Não há previsão, porque a Anvisa não informa se o processo está em andamento.O mecanismo de ação do Addyi permanece desconhecido, sua eficácia polêmica e há efeitos colaterais importantes. Ele pode provocar quedas de pressão e desmaios e não deve ser combinado com álcool. Mas também é possível olhar pelo lado cor-de-rosa da questão.

Transtorno de excitação sexual feminina e a promessa do Viagra

A repercussão pode despertar as mulheres para conhecer a própria sexualidade. “Que elas possam ter mais prazer, com ou sem medicamentos.” Addyi, o viagra feminino: os pacientes deverão assinar um formulário no qual reconhecem os riscos, como desmaios e sonolência extrema (REUTERS/ Sprout Pharmaceuticals) Publicado em 19 de agosto de 2015 às 19h36. A primeira pílula para baixa libido em mulheres sairá à venda nos EUA. Os órgãos reguladores do país decidiram que, apesar do benefício modesto e dos sérios efeitos colaterais, a droga é válida como forma de solucionar uma disfunção que não conta com nenhum outro tratamento aprovado. A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) disse na última terça-feira que os médicos precisarão fazer um curso de treinamento para obter a certificação necessária para receitar o Addyi, da Sprout Pharmaceuticals Inc., que estará disponível já em 17 de outubro. E os pacientes deverão assinar um formulário no qual reconhecem os riscos, como desmaios e sonolência extrema. Essas precauções se aplicam a um remédio que mostrou, nos testes clínicos, que só provoca uma leve melhoria no desejo sexual das pacientes.

Produto Dosagem Quantidade + Bónus Preço
Viagra Genérico25mg60 + 4 comprimidos71.99€ 68.56€
Viagra Soft Tabs100mg60 + 6 comprimidos152.94€ 145.66€
Viagra Genérico25mg270 + 8 comprimidos184.26€ 175.49€
Viagra Genérico50mg180 + 8 comprimidos158.82€ 151.26€
Viagra Genérico150mg60 + 4 comprimidos111.25€ 105.95€
Viagra Original100mg8 comprimidos59.84€ 56.99€
Viagra Genérico100mg120 + 6 comprimidos149.50€ 142.38€
Viagra Soft Tabs100mg180 + 10 comprimidos314.95€ 299.95€
Viagra Genérico100mg30 + 4 comprimidos60.91€ 58.01€
Viagra Genérico25mg10 comprimidos25.19€ 23.99€
Viagra Oral Jelly100mg90 + 8 saquetas258.02€ 245.73€
Viagra Super Active100mg20 + 4 comprimidos48.05€ 45.76€
Viagra Genérico200mg90 + 6 comprimidos170.79€ 162.66€
Viagra Professional100mg180 + 4 comprimidos337.30€ 321.24€
Viagra Oral Jelly100mg10 saquetas46.36€ 44.15€
Viagra Genérico50mg360 + 10 comprimidos225.33€ 214.60€
Viagra Soft Tabs100mg270 + 10 comprimidos419.95€ 399.95€

Isso significa que a Sprout, que é uma empresa de capital fechado, terá que convencer os médicos a receitarem o Addyi e os planos de saúde a cobrirem o medicamento, que precisa ser tomado diariamente e custará em torno de US$ 350 a US$ 400 por mês sem a cobertura do seguro. A Sprout espera que os planos de saúde coloquem o fármaco nos níveis 2 ou 3 de seus formulários, com um copagamento (valor pago pelo paciente) de US$ 30 a US$ 75. “Com qualquer tipo de medicamento você sempre tem que equilibrar o benefício e o risco”, disse Holly Thacker, diretora do Cleveland Clinic Center for Specialized Women’s Health. Eles não implicam risco de morte e não estão fora da norma das medicações em classes similares”, tais como os neurotransmissores para transtornos como a depressão.

O fracasso da primeira onda de pesquisas

As mulheres iniciaram os testes tendo duas a três relações sexuais prazerosas por mês. Algumas mulheres chegaram a ter de seis a oito relações sexuais prazerosas a mais por mês, disse a CEO da Sprout, Cindy Whitehead, em entrevista, por telefone. A FDA tinha rejeitado o remédio em 2013 por seu efeito modesto e, por isso, enfrentou a reação de alguns médicos e pesquisadores, que afirmaram que a agência estava sendo sexista. Os fármacos para tratar disfunção sexual masculina se tornaram onipresentes desde que o Viagra, da Pfizer Inc., foi aprovado, em 1998. O Viagra gerou US$ 1,69 bilhão pode comprar viagra farmacia em vendas no ano passado.

Carrinho vazio?

Diferente do Viagra, que ajuda os homens que querem ter relações sexuais a terem uma ereção por meio do aumento do fluxo sanguíneo no pênis, o Addyi foi desenvolvido para alterar a química cerebral das mulheres para que elas considerem o sexo mais desejável. O medicamento atua sobre neurotransmissores como a dopamina e a norepinefrina, que são usados pelo cérebro para transmitir informações e podem afetar o humor. O Addyi, também chamado de flibanserina, está aprovado para mulheres diagnosticadas com uma condição chamada transtorno do desejo sexual hipoativo, que é a baixa libido que causa estresse. Whitehead disse que os médicos poderão obter a certificação para receitar o remédio assistindo um vídeo on-line. Em junho, os conselheiros da FDA recomendaram, por 18 votos a 6, que a FDA aprovasse o fármaco.

O medicamento que gera controvérsia

Apesar de terem dito que o efeito do comprimido não é tão forte quanto eles gostariam, os conselheiros afirmaram que votaram a favor de colocar o primeiro medicamento para o desejo sexual feminino no mercado e aumentar o nível de conscientização com o objetivo de levar melhores tratamentos às prateleiras das farmácias no futuro. Cerca de 2 milhões de mulheres estão buscando tratamento atualmente para o transtorno e deverão surgir mais quando o Addyi chegar ao mercado, disse Carl Spana, CEO da Palatin Technologies Inc., que está desenvolvendo seu próprio tratamento para melhorar a libido feminina, o bremelanotide. A Palatin poderia levar o bremelanotide ao mercado no início de 2018, disse Spana. A empresa manteve negociações com grandes laboratórios farmacêuticos, que ele preferiu não identificar, e estas empresas provavelmente licenciariam o bremelanotide para venda. A comissão da agência dos Estados Unidos para a alimentação e os medicamentos (FDA, na sigla em inglês) votou por unanimidade contra a comercialização do viagra feminino. Nos testes clínicos, as mulheres que tomaram o Addyi registraram um aumento médio de mais 0,5 a 1 relação sexual prazerosa por mês em comparação com as que tomaram placebo. As mulheres iniciaram os testes tendo duas a três relações sexuais prazerosas por mês. Algumas mulheres chegaram a ter de seis a oito relações sexuais prazerosas a mais por mês, disse a CEO da Sprout, Cindy Whitehead, em entrevista, por telefone. A FDA tinha rejeitado o remédio em 2013 por seu efeito modesto e, por isso, enfrentou a reação de alguns médicos e pesquisadores, que afirmaram que a agência estava sendo sexista. Os fármacos para tratar disfunção sexual masculina se tornaram onipresentes desde que o Viagra, da Pfizer Inc., foi aprovado, em 1998. O Viagra gerou US$ 1,69 bilhão pode comprar viagra farmacia em vendas no ano passado.

Abordagem Custo mensal estimado Comparticipação SNS Necessidade de receita médica
Lubrificantes vaginais 5-15 € Não Não
Suplementos à base de plantas 20-40 € Não Não
Terapia hormonal local 10-25 € Sim (parcial) Sim
Consulta de sexologia clínica 60-100 € Não Não
Fisioterapia pélvica 80-160 € Sim (via SNS, com referenciação) Sim (para acesso ao SNS)

Diferente do Viagra, que ajuda os homens que querem ter relações sexuais a terem uma ereção por meio do aumento do fluxo sanguíneo no pênis, o Addyi foi desenvolvido para alterar a química cerebral das mulheres para que elas considerem o sexo mais desejável. O medicamento atua sobre neurotransmissores como a dopamina e a norepinefrina, que são usados pelo cérebro para transmitir informações e podem afetar o humor. O Addyi, também chamado de flibanserina, está aprovado para mulheres diagnosticadas com uma condição chamada transtorno do desejo sexual hipoativo, que é a baixa libido que causa estresse. Whitehead disse que os médicos poderão obter a certificação para receitar o remédio assistindo um vídeo on-line. Em junho, os conselheiros da FDA recomendaram, por 18 votos a 6, que a FDA aprovasse o fármaco. Apesar de terem dito que o efeito do comprimido não é tão forte quanto eles gostariam, os conselheiros afirmaram que votaram a favor de colocar o primeiro medicamento para o desejo sexual feminino no mercado e aumentar o nível de conscientização com o objetivo de levar melhores tratamentos às prateleiras das farmácias no futuro. Cerca de 2 milhões de mulheres estão buscando tratamento atualmente para o transtorno e deverão surgir mais quando o Addyi chegar ao mercado, disse Carl Spana, CEO da Palatin Technologies Inc., que está desenvolvendo seu próprio tratamento para melhorar a libido feminina, o bremelanotide. A Palatin poderia levar o bremelanotide ao mercado no início de 2018, disse Spana.

Não é uma solução para todos

Existe o temor de que as campanhas de conscientização levem mulheres até então satisfeitas a questionar sua frequência sexual. “A propaganda da indústria é feita para incitar pessoas felizes a perguntar aos médicos se elas também não precisam se tratar”, diz Cindy Pearson, diretora da entidade americana Rede Nacional pela Saúde da Mulher. O caminho tortuoso do Addyi até sua aprovação é um termômetro da polêmica que cerca a nova droga. A flibanserina, seu princípio ativo, foi testada como antidepressivo pela primeira vez em 2009 por uma das grandes da indústria, a alemã Boehringer Ingelheim. O efeito antidepressivo não apareceu no teste, mas mulheres relataram aumento de libido.

4. Tribulus terrestris

A empresa pediu à FDA para aprovar a droga como tratamento para a falta de desejo, mas os resultados não convenceram a agência. O aumento no número de relações sexuais satisfatórias das mulheres que tomaram a droga em relação às que ingeriram uma substância sem ação foi mínimo. Elas tiveram 0,8 relação sexual a mais, muito pouco, segundo a FDA, para compensar possíveis efeitos colaterais. A Boehringer desistiu da droga e a vendeu ao casal Cindy e Robert Whitehead – hoje os felizes e bilionários ex-donos da Sprout. A pequena empresa fez outros testes, mais uma vez recusados pela FDA, que pediu estudos adicionais.

Viagra feminino chega ao mercado em setembro

>> Walcyr Carrasco: Sexo como vícioEnquanto eles eram realizados, em 2014, surgiu um movimento de organizações de mulheres americanas, financiado pela Sprout e por outras farmacêuticas, chamado Even the Score (algo como Empate o Jogo). O grupo acusava a FDA de preconceito de gênero por nunca ter aprovado uma droga para problemas femininos. Os homens, por sua vez, contavam com 26 (algumas, como o Viagra, com efeitos colaterais graves, como interação perigosa com outros remédios). Coincidência ou não, meses após o barulho, a FDA aprovou a flibanserina. “Criou-se um precedente perigoso que sugere que uma campanha agressiva de relações públicas é parte do processo de aprovação”, diz Leonore Tiefer, líder do grupo The New View Campaign, que acusa a Even the Score de mudar os critérios de aprovação de drogas, de científicos para políticos. A empresa manteve negociações com grandes laboratórios farmacêuticos, que ele preferiu não identificar, e estas empresas provavelmente licenciariam o bremelanotide para venda. A comissão da agência dos Estados Unidos para a alimentação e os medicamentos (FDA, na sigla em inglês) votou por unanimidade contra a comercialização do viagra feminino. Uma comissão da agência dos Estados Unidos da América para a alimentação e os medicamentos (FDA, na sigla em inglês) votou hoje por unanimidade contra a comercialização do produto designado como viagra feminino. Os estudos da FDA revelaram que os resultados sobre a efetividade deste medicamento não são “convincentes”.

  • A avaliação dos níveis de estradiol, testosterona total e livre, e TSH é recomendada em casos de queixas persistentes.
  • O tratamento da dor pélvica crónica deve ser multidisciplinar, envolvendo ginecologia, urologia e fisioterapia.
  • As mulheres em amamentação podem experienciar secura vaginal e redução do desejo devido à prolactina.
  • A prática regular de exercícios de Kegel fortalece o pavimento pélvico e pode potenciar a sensibilidade.
  • A aceitação das mudanças corporais com a idade é um fator protetor para a satisfação sexual.

A empresa alemã Boehringer Ingelheim pretendia a aprovação da FDA, necessária para poder vender nos EUA esta pastilha cor-de-rosa, que ainda não está à venda em nenhum país do mundo.

Suplemento Contraindicações absolutas Interações medicamentosas Precauções especiais
Maca peruana Doenças da tiroide não controladas Levotiroxina (possível interferência) Evitar na gravidez
Ginseng Hipertensão não controlada Varfarina, insulina Não usar por períodos superiores a 3 meses
Ginkgo biloba Distúrbios hemorrágicos Anticoagulantes, AINEs Suspender 2 semanas antes de cirurgias
Feno-grego Alergia a leguminosas Antidiabéticos orais Monitorizar glicemia

Ao contrário da irmã masculina, o Viagra da farmacêutica Pfizer Inc, este medicamento (flibanserin) deveria tomar-se diariamente, como uma espécie de antidepressivo que equilibra os químicos do cérebro associados ao desejo sexual Porém, as investigações efetuadas com 2400 mulheres, que consistiam na toma desta pastilha e de um placebo sem que a mulher soubesse qual deles estava a tomar, concluíram que a toma da pastilha só melhora ligeiramente a libido e tem efeitos secundários. De facto, 15 por cento das mulheres que tomavam a pastilha abandonaram o tratamento, porque lhes causava depressão, desmaios e cansaço, entre outros problemas. Mas as esperanças e tentativas de resolver a desordem sexual feminina hipoativa continuam, uma vez que também a empresa norte-americana BioSante Pharmaceuticals está a trabalhar num produto similar.

Será que médicos realmente descobriram uma pílula que aumenta a libido das mulheres?

A investigação do produto por esta empresa, um gel baseado na hormona masculina testosterona, está na terceira fase e, segundo a empresa, conseguiu aumentar a satisfação sexual em 238 por cento nas quatro semanas de testes. O fabricante está a investigar os possíveis riscos cardiovasculares que poderão decorrer da testosterona, mas espera apresentar o seu pedido de aprovação à FDA no final de 2011. As dificuldades para conseguir este tipo de medicamentos devem-se, indicam os peritos, a que enquanto o problema da disfunção sexual no homem é físico, nas mulheres é mais complicado, porque pode estar no cérebro e, ao mesmo tempo, pode ter causas biológicas e psicológicas.

  • Os bioidênticos e as «hormonas naturais» vendidos online não são regulados e podem apresentar riscos graves para a saúde.
  • A osteopatia e a fisioterapia pélvica têm ganho relevância em Portugal no tratamento da dispareunia e do vaginismo.
  • A utilização de brinquedos eróticos e a masturbação podem ser recomendadas como parte da exploração do próprio corpo.
  • O desejo sexual tende a flutuar ao longo do ciclo menstrual, sendo natural a variação entre fases folicular e lútea.
  • O uso de contraceptivos hormonais combinados pode reduzir a libido em algumas mulheres, devendo ser discutida a alternativa.

“Para os homens, o problema está nos genitais, o que é mais fácil de resolver do que um problema que está no cérebro”, afirmou uma psicóloga clínica e professora na faculdade de medicina da Universidade Case Western Reserve, Sheryl Kingsberg, à CNN.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Não há previsão, porque a Anvisa não informa se o processo está em andamento.O mecanismo de ação do Addyi permanece desconhecido, sua eficácia polêmica e há efeitos colaterais importantes. Ele pode provocar quedas de pressão e desmaios e não deve ser combinado com álcool. Mas também é possível olhar pelo lado cor-de-rosa da questão. A repercussão pode despertar as mulheres para conhecer a própria sexualidade. “Que elas possam ter mais prazer, com ou sem medicamentos.” Addyi, o viagra feminino: os pacientes deverão assinar um formulário no qual reconhecem os riscos, como desmaios e sonolência extrema (REUTERS/ Sprout Pharmaceuticals) Publicado em 19 de agosto de 2015 às 19h36.

Qual o efeito do flibanserin?

A primeira pílula para baixa libido em mulheres sairá à venda nos EUA. Os órgãos reguladores do país decidiram que, apesar do benefício modesto e dos sérios efeitos colaterais, a droga é válida como forma de solucionar uma disfunção que não conta com nenhum outro tratamento aprovado. A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) disse na última terça-feira que os médicos precisarão fazer um curso de treinamento para obter a certificação necessária para receitar o Addyi, da Sprout Pharmaceuticals Inc., que estará disponível já em 17 de outubro. E os pacientes deverão assinar um formulário no qual reconhecem os riscos, como desmaios e sonolência extrema. Essas precauções se aplicam a um remédio que mostrou, nos testes clínicos, que só provoca uma leve melhoria no desejo sexual das pacientes.

Flibanserin é o mesmo que Viagra?

Isso significa que a Sprout, que é uma empresa de capital fechado, terá que convencer os médicos a receitarem o Addyi e os planos de saúde a cobrirem o medicamento, que precisa ser tomado diariamente e custará em torno de US$ 350 a US$ 400 por mês sem a cobertura do seguro. A Sprout espera que os planos de saúde coloquem o fármaco nos níveis 2 ou 3 de seus formulários, com um copagamento (valor pago pelo paciente) de US$ 30 a US$ 75. “Com qualquer tipo de medicamento você sempre tem que equilibrar o benefício e o risco”, disse Holly Thacker, diretora do Cleveland Clinic Center for Specialized Women’s Health. Eles não implicam risco de morte e não estão fora da norma das medicações em classes similares”, tais como os neurotransmissores para transtornos como a depressão. Nos testes clínicos, as mulheres que tomaram o Addyi registraram um aumento médio de mais 0,5 a 1 relação sexual prazerosa por mês em comparação com as que tomaram placebo. *** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico *** A Food and Drug Administration (FDA) autorizou ontem a comercialização do Flibanserin, o primeiro “Viagra” feminino, destinado a mulheres que ainda não estejam na menopausa e tenham falta de desejo sexual, noticiou a “Lusa”. A FDA, que rejeitou a comercialização da droga em 2010 e 2013, seguiu finalmente as recomendações de um comité consultivo de peritos que voltou em junho a recomendar a comercialização do medicamento. O Flibanserin, destinado a mulheres que não estejam na menopausa, pode ter efeitos secundários significativos, incluindo náuseas, tonturas e sonolência.

Viagra masculino: uma descoberta acidental

Uma comissão da agência dos Estados Unidos da América para a alimentação e os medicamentos (FDA, na sigla em inglês) votou hoje por unanimidade contra a comercialização do produto designado como viagra feminino. Os estudos da FDA revelaram que os resultados sobre a efetividade deste medicamento não são “convincentes”. A empresa alemã Boehringer Ingelheim pretendia a aprovação da FDA, necessária para poder vender nos EUA esta pastilha cor-de-rosa, que ainda não está à venda em nenhum país do mundo. Ao contrário da irmã masculina, o Viagra da farmacêutica Pfizer Inc, este medicamento (flibanserin) deveria tomar-se diariamente, como uma espécie de antidepressivo que equilibra os químicos do cérebro associados ao desejo sexual Porém, as investigações efetuadas com 2400 mulheres, que consistiam na toma desta pastilha e de um placebo sem que a mulher soubesse qual deles estava a tomar, concluíram que a toma da pastilha só melhora ligeiramente a libido e tem efeitos secundários. De facto, 15 por cento das mulheres que tomavam a pastilha abandonaram o tratamento, porque lhes causava depressão, desmaios e cansaço, entre outros problemas.

1. Flibanserin

Mas as esperanças e tentativas de resolver a desordem sexual feminina hipoativa continuam, uma vez que também a empresa norte-americana BioSante Pharmaceuticals está a trabalhar num produto similar. A investigação do produto por esta empresa, um gel baseado na hormona masculina testosterona, está na terceira fase e, segundo a empresa, conseguiu aumentar a satisfação sexual em 238 por cento nas quatro semanas de testes. O fabricante está a investigar os possíveis riscos cardiovasculares que poderão decorrer da testosterona, mas espera apresentar o seu pedido de aprovação à FDA no final de 2011. As dificuldades para conseguir este tipo de medicamentos devem-se, indicam os peritos, a que enquanto o problema da disfunção sexual no homem é físico, nas mulheres é mais complicado, porque pode estar no cérebro e, ao mesmo tempo, pode ter causas biológicas e psicológicas. “Para os homens, o problema está nos genitais, o que é mais fácil de resolver do que um problema que está no cérebro”, afirmou uma psicóloga clínica e professora na faculdade de medicina da Universidade Case Western Reserve, Sheryl Kingsberg, à CNN.

6. Ginseng

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico *** A Food and Drug Administration (FDA) autorizou ontem a comercialização do Flibanserin, o primeiro “Viagra” feminino, destinado a mulheres que ainda não estejam na menopausa e tenham falta de desejo sexual, noticiou a “Lusa”. A FDA, que rejeitou a comercialização da droga em 2010 e 2013, seguiu finalmente as recomendações de um comité consultivo de peritos que voltou em junho a recomendar a comercialização do medicamento. O Flibanserin, destinado a mulheres que não estejam na menopausa, pode ter efeitos secundários significativos, incluindo náuseas, tonturas e sonolência.